A Nokia vai adicionar o serviço do Google à lista de mecanismos de busca que os usuários podem utilizar por meio de seus celulares, anunciaram as empresas nesta terça-feira (12).
A Nokia tem acordos semelhantes em vigor com o Yahoo! e a Microsoft, válidos para todo o mundo, e com o Baidu, válido para a China, e o Yandex, na Rússia.
À medida que as redes ganham velocidade e a maioria dos celulares passa a ser fornecida com browsers, as empresas de internet estão agindo de maneira agressiva para oferecerem serviços de busca, mapas e outros produtos familiares aos usuários da web.
O Google deve lançar seu sistema de software para celulares Android --rival direto da plataforma Nokia S60-- ainda neste ano. A Nokia oferece aplicativos de busca em cerca de 40 de seus modelos.
Fonte: Folha on Line
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Desvantagens do Windows 7
Preço - Para nós, brasileiros, o Windows 7 chegou às prateleiras com preços variando de R$ 330 (versão Basic) a R$ 670 (versão Ultimate). Este preço é salgado para todos os bolsos.
Tratamento desigual no licenciamento - Para o Brasil não serão comercializados pacotes de atualização para usuários do Windows Vista ou XP.
Barra de iniciar clássica, - Até o Windows Vista permitia aos usuários manter a “barra nova” ou voltar para a antiga com cara de Windows XP. Esse recurso, no entanto, foi excluído do 7.
Não é para todo mundo - Sim, ele está mais leve e pode rodar bem em seu netbook, principalmente nas novas gerações que serão feitas especialmente para o Windows 7. Mas ele ainda é pesado, principalmente para computadores mais limitados, o que força as pessoas a comprarem computadores novos se quiser adota-lo.
Coisas irritantes saem, mas outras ficam - Ponto positivo para a Microsoft em remover a incômoda tela de verificação da Central de Contas do Usuário (UAC) que tanto irritava os usuários do Windows Vista. Mas manteve como configuração padrão as transferências e instalações de atualizações à revelia do gosto do usuário, inclusive reiniciando o PC automaticamente.
Vejam a matéria completa no site do G1
Tratamento desigual no licenciamento - Para o Brasil não serão comercializados pacotes de atualização para usuários do Windows Vista ou XP.
Barra de iniciar clássica, - Até o Windows Vista permitia aos usuários manter a “barra nova” ou voltar para a antiga com cara de Windows XP. Esse recurso, no entanto, foi excluído do 7.
Não é para todo mundo - Sim, ele está mais leve e pode rodar bem em seu netbook, principalmente nas novas gerações que serão feitas especialmente para o Windows 7. Mas ele ainda é pesado, principalmente para computadores mais limitados, o que força as pessoas a comprarem computadores novos se quiser adota-lo.
Coisas irritantes saem, mas outras ficam - Ponto positivo para a Microsoft em remover a incômoda tela de verificação da Central de Contas do Usuário (UAC) que tanto irritava os usuários do Windows Vista. Mas manteve como configuração padrão as transferências e instalações de atualizações à revelia do gosto do usuário, inclusive reiniciando o PC automaticamente.
Vejam a matéria completa no site do G1
Linux Educacional
Ao realizar um trabalho de inclusão digital junto com minha turma da faculdade (UNISAM) pude conhecer uma versão do Linux Educacional, então tive a curiosidade de pesquisar sobre o assunto.
O Linux Educacional é uma compilação do Linux (distribuição debian) com foco em aplicação a laboratório de informática educacional (LIE) e escolas.
Em sua versão 1.0 traz como interface gráfica o KDE 3.5, além de softwares educacionais vem também com aplicativos de uso geral como a suíte de escritório BrOffice.org 2.0, software para gravação de CD/DVD k3b 3.5.5, o browser Iceweasel 2.0.0.3 entre outros.
Caso tenha interesse em testar esta distribuição o download poderá ser feito no site http://www.webeduc.mec.gov.br, box do Proinfo.
O Linux Educacional é uma compilação do Linux (distribuição debian) com foco em aplicação a laboratório de informática educacional (LIE) e escolas.
Em sua versão 1.0 traz como interface gráfica o KDE 3.5, além de softwares educacionais vem também com aplicativos de uso geral como a suíte de escritório BrOffice.org 2.0, software para gravação de CD/DVD k3b 3.5.5, o browser Iceweasel 2.0.0.3 entre outros.
Caso tenha interesse em testar esta distribuição o download poderá ser feito no site http://www.webeduc.mec.gov.br, box do Proinfo.
Projeto MONO
O Projeto Mono é uma iniciativa da comunidade onde o principal objetivo é desenvolver uma versão open-source da plataforma Visual Studio .NET da Microsoft.
O projeto criado em 2001 e tem como foco permitir que os desenvolvedores criem aplicações .NET que executem sobre diversas plataforma.
A Ximian, a empresa de Software Livre co-fundada por Miguel de Icaza, lidera o projeto que foi desenhado para facilitar o desenvolvimento entre plataformas, assim automaticamente todos os projetos criados na plataforma .NET passam a serem híbridos, podendo ser executados em qualquer ambiente que possua um framework instalado.
O projeto Mono oferece suporte para em sistemas de 32 e 64 bits nas plataformas de software Linux, Mac OS X, Sun Solaris, BSD e Microsoft Windows (mais informações em http://www.mono-project.com/Supported_Platforms).
Fonte:
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Testamos-Visual-Basic-8-.NET-no-Linux.-Vejam-o-resultado
O projeto criado em 2001 e tem como foco permitir que os desenvolvedores criem aplicações .NET que executem sobre diversas plataforma.
A Ximian, a empresa de Software Livre co-fundada por Miguel de Icaza, lidera o projeto que foi desenhado para facilitar o desenvolvimento entre plataformas, assim automaticamente todos os projetos criados na plataforma .NET passam a serem híbridos, podendo ser executados em qualquer ambiente que possua um framework instalado.
O projeto Mono oferece suporte para em sistemas de 32 e 64 bits nas plataformas de software Linux, Mac OS X, Sun Solaris, BSD e Microsoft Windows (mais informações em http://www.mono-project.com/Supported_Platforms).
Fonte:
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Testamos-Visual-Basic-8-.NET-no-Linux.-Vejam-o-resultado
Marcadores:
.NET Framework,
MONO,
Projeto Mono,
Visual Studio
Rodando aplicativos do Windows no GNU/Linux
Introdução
Uma das grandes dificuldades dos usuários utilizarem o sistema GNU/Linux está justamente no fato de não encontrar tantos aplicativos quanto encontram para o sistema operacional Windows.
Para resolver parte dessa problemática pode-se utilizar o aplicativo WINE (Wine is not an emulator). WINE é um programa que permite rodar aplicativos feitos para o Windows dentro do Linux. Diferente de um emulador ou virtualizador, o Wine não tenta simular um ambiente e rodar nele o Windows, para que este rode os programas feitos para si, dentro do Linux. Não: o Wine vai mais longe, tentando rodar os programas diretamente. Ele atua como um “subsistema Windows open source”. Os programas pensam que estão rodando no Windows.
Instalação
O ideal é usar os pacotes feitos para a sua distribuição, facilmente encontráveis nos repositórios. Caso não encontre os pacotes específicos, poderá dar um pouco mais de trabalho, onde você deverá baixar o código fonte e compilar. O site do produtor do Wine é www.winehq.org.
Normalmente os pacotes a serem instalados são 3: libwine, wine e wine-utils. Nas distribuições derivadas do Debian, você usaria o apt-get:
# apt-get install libwine wine wine-utils
No Mandriva, o urpmi:
# urpmi libwine wine wine-utils
Veja como configurar o wine clicando aqui.
Fontes
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Instalando-e-configurando-o-Wine/
http://www.guiadohardware.net/tutoriais/dicas-wine/
Uma das grandes dificuldades dos usuários utilizarem o sistema GNU/Linux está justamente no fato de não encontrar tantos aplicativos quanto encontram para o sistema operacional Windows.
Para resolver parte dessa problemática pode-se utilizar o aplicativo WINE (Wine is not an emulator). WINE é um programa que permite rodar aplicativos feitos para o Windows dentro do Linux. Diferente de um emulador ou virtualizador, o Wine não tenta simular um ambiente e rodar nele o Windows, para que este rode os programas feitos para si, dentro do Linux. Não: o Wine vai mais longe, tentando rodar os programas diretamente. Ele atua como um “subsistema Windows open source”. Os programas pensam que estão rodando no Windows.
Instalação
O ideal é usar os pacotes feitos para a sua distribuição, facilmente encontráveis nos repositórios. Caso não encontre os pacotes específicos, poderá dar um pouco mais de trabalho, onde você deverá baixar o código fonte e compilar. O site do produtor do Wine é www.winehq.org.
Normalmente os pacotes a serem instalados são 3: libwine, wine e wine-utils. Nas distribuições derivadas do Debian, você usaria o apt-get:
# apt-get install libwine wine wine-utils
No Mandriva, o urpmi:
# urpmi libwine wine wine-utils
Veja como configurar o wine clicando aqui.
Fontes
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Instalando-e-configurando-o-Wine/
http://www.guiadohardware.net/tutoriais/dicas-wine/
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
As novidades do Windows 7
As novidades do Windows 7
Confira as principais mudanças feitas pela Microsoft em seu novo sistema operacional, as melhorias em relação ao seu antecessor, o Windows Vista. Entre os acertos estão exigências inferiores para configuração mínima, facilidade de organizar a área de trabalho e uma ferramenta de buscas mais ágil. Veja algumas das principais mudanças:
Confira as principais mudanças feitas pela Microsoft em seu novo sistema operacional, as melhorias em relação ao seu antecessor, o Windows Vista. Entre os acertos estão exigências inferiores para configuração mínima, facilidade de organizar a área de trabalho e uma ferramenta de buscas mais ágil. Veja algumas das principais mudanças:
Configuração mínima e programas:
A Microsoft parece ter aprendido com os erros cometidos com o Windows Vista. Lançado há três anos, o Vista é considerado um grande mico na história da Microsoft. A começar pela exigência de configurações mínimas muito superiores à média das máquinas na época do lançamento. Os computadores precisavam ter pelo menos 1 gigabyte de memória RAM e 16 GB de espaço livre no disco rígido. Ficava difícil fazer o upgrade em máquinas que rodavam versões anteriores do Windows e que tinham configurações mais modestas. Hoje, o Windows 7 exige os mesmos 1 GB de RAM e 16 GB de disco rígido, mas as máquinas evoluíram bastante nos últimos três anos.
O Windows Vista significou uma ruptura grande em relação ao Windows XP, ocasionando muitos problemas de compatibilidade de programas e drivers - software que permite que o sistema operacional reconheça as funcionalidades de um periférico. Um exemplo comum que irritava os usuários que migravam do XP para o Vista era ver periféricos importantes, como impressoras, webcams e gravadores de DVD, deixarem de funcionar sem nenhuma explicação. Isso ocorria porque o driver não era compatível com a nova versão do Windows. Agora, segundo a Microsoft, o nível de compatibilidade de programas e drivers é superior a 90%.
Área de trabalho:
Foram várias mudanças na tela central do sistema operacional. A começar pela fuso da barra de ferramentas e da barra de inicialização rápida. Logo ao lado do menu Iniciar (que já foi substitudo no Vista pelo logo do Windows) ficam três programas padrões do Windows 7, que podem ser alterados pelo usuário. À medida que outros programas forem abertos, os ícones vão aparecendo na barra inferior. Não há mais aquele esquema de uma caixa grande para exibir cada programa, como ocorria em versões anteriores do Windows. Já a tecla exibir área de trabalho, muito útil para quem vive com mil janelas abertas, virou um botão bastante discreto, localizado na extremidade direita da barra inferior.
A barra lateral de programas (ou gadgets) também foi extinta. Ela surgiu no Windows Vista, fixada numa coluna da extremidade direita da área de trabalho. Agora, o usuário que escolhe onde os programas ficarão, podendo deixar os atalhos espalhados em sua área de trabalho ou montar uma coluna em qualquer outro local.
Pastas padronizadas:
Mesmo os mais organizados acabam sofrendo para arrumar todas as pastas do seu computador. Músicas, documentos, fotos e vídeos chegam pelo e-mail, por pendrives, download etc e nem sempre acabam na pasta desejada. O Windows 7 consegue criar pastas-padrão, que buscam as informações por tipo de arquivo. Logo, mesmo que suas fotos estejam espalhadas em diferentes locais do seu computador, todas elas estarão concentradas na pasta de Imagens.
Home Group:
O Windows 7 melhorou o compartilhamento de computadores em redes domésticas. O programa traz uma chave única para todos os computadores que tenham Windows 7 e estejam conectados por um roteador (incluindo impressoras). É possível trocar arquivos, fazer backup e até compartilhar a música que está tocando no Windows Media Player por streaming. Imagine que você dar uma festa em casa. Tem um notebook no seu quarto, um desktop no escritório e um centro de mídia (media center) na sua sala. É possível programar de um computador a música que será tocada nos eletrônicos da casa inteira.
Multitoque:
Uma das novidades é a funcionalidade multitoque, a mesma utilizada pelo iPhone. Com isso, computadores e outros dispositivos com tela sensível ao toque poderão ser comandados com os dedos. O uso da tela tátil é comum em notebooks conhecidos como Tablet PCs. As fabricantes tambm estão desenvolvendo centrais de mídia (que funcionam como tocadores de msica e filmes) controladas sem a necessidade de um mouse ou de um teclado.
Pesquisa:
A ferramenta de buscas do Windows 7 é simples e bastante ágil. É como fazer uma pesquisa na internet. Basta digitar poucas letras para que os primeiros resultados apareçam divididos por tipo de arquivo. O campo de busca fica logo acima do botão do menu Iniciar. Na mesma janela, aparecem programas, ferramentas do Painel de controle, músicas, vídeos etc. A busca avançada leva o usuário a outra janela, com um número maior de resultados.
Versões:
O Windows Vista trazia quatro versões diferentes: Basic, Home Premium, Business e Ultimate. No Windows 7, são três. A Home Premium é voltada a usuários de computadores residenciais. A Professional (que substitui a Business) traz alguns programas voltados para escritório. Já a Ultimate é versão mais completa, com recursos de segurança mais específicos e a possibilidade de escolher entre 35 idiomas. Há ainda uma versão chamada Starter, que surgiu no XP, sobreviveu ao Vista e continuou no Windows 7. Ela tem uma série de limitações e é vista com maus olhos pelo mercado.
sábado, 17 de outubro de 2009
FAMELIX 2.0 Live CD
O Famelix é um sistema operacional em Lice Cd, com ISO de 665Mb, que roda a partir do CD-ROM, que possibilita editar textos, imagens, músicas e acessar a internet até mesmo em micros sem sistema operacional, com HD danificada ou até mesmo sem disco rigido. Famelix GNU/Linux é uma distribuição Linux que oferece um ambiente similar (não idêntica) ao
Windows XP ("Linux com cara de XP"), que facilita a migração de usuários Windows para sistema livre Linux. A distro Famelix utiliza partes/componentes das distribuições Debian, Knoppix e Kurumin.
Windows XP ("Linux com cara de XP"), que facilita a migração de usuários Windows para sistema livre Linux. A distro Famelix utiliza partes/componentes das distribuições Debian, Knoppix e Kurumin.Principais características:
- Montagem automática de disquetes, CD-ROM's e Pen Drives. - Ambiente de trabalho semelhante ao Windows XP ou 98. - Reconhecimento automático de impressoras (locais ou remotas). - Reconhecimento automático de Grupos de Trabalho e Domínios Windows.
- Utilização de Fontes comuns ao Windows XP (Arial, Times New Roman, etc). - Suporte de jogos para Windows com Wine e Winex. - Utilização do sistema a partir do CD (Live CD) ex: Testes, ou por meio de instalação no HD. - Suporte dinâmico de câmeras digitais com conexão USB. - Suporte para WebCam's inclusive vía porta paralela. - Suporte Suíte MsOffice 2003 através Suíte OpenOffice 2.0. - Suporte para o idioma Português (FAMEG) e Espanhol (UACh).
Download: ISO 1 (Instalação) 665mb
BRLix: lançado Sistema Operacional made in Brazil
O BRLIX é uma distribuição GNU/Linux (sob licença GNU-GPL - General Public Licence), que terá como principais compromissos fornecer uma opção em software livre de um sistema operacional Linux amigável e seguro, contribuir para a inclusão digital e para a redução da pirataria de software. O BRLIX em conjunto com outros aplicativos também em software livre a serem selecionados pela equipe de desenvolvimento possibilitarão a oferta de soluções eficazes, amigáveis e seguras, que não exigirão dos usuários conhecimentos técnicos de informática e possibilitarão o aproveitamento de seus conhecimentos e experiências com sistemas operacionais e programas proprietários.
A opção pelo BRLIX além de atender as necessidades da maioria usuários, permirá baratear os custos de iniciativas de inclusão digital (evitando ou reduzindo o investimento em softwares proprietários), de informatização de escolas, de empresas, etc. Além disso, por ser uma distribuição Linux ele reduzirá drasticamente (no caso do usuário comum) ou eliminará totalmente a preocupação com vírus ou programas mal intencionados (no caso de redes com administradores com conhecimentos de informática).
O BRLIX GNU/Linux é a nova designação da seqüência de distribuições Linux oriundas do projeto de pesquisa chamado FAMELIX GNU/Linux. Desenvolvido pela mesma equipe, o BRLIX pretende ampliar ainda mais o alcance e o sucesso obtido pelo FAMELIX e, com isso, dar uma contribuição ainda maior para o conforto dos usuários, a redução da pirataria, o desenvolvimento do setor de informática e a inclusão digital no mundo. FONTE: http://brlix.com.br/
A opção pelo BRLIX além de atender as necessidades da maioria usuários, permirá baratear os custos de iniciativas de inclusão digital (evitando ou reduzindo o investimento em softwares proprietários), de informatização de escolas, de empresas, etc. Além disso, por ser uma distribuição Linux ele reduzirá drasticamente (no caso do usuário comum) ou eliminará totalmente a preocupação com vírus ou programas mal intencionados (no caso de redes com administradores com conhecimentos de informática).
O BRLIX GNU/Linux é a nova designação da seqüência de distribuições Linux oriundas do projeto de pesquisa chamado FAMELIX GNU/Linux. Desenvolvido pela mesma equipe, o BRLIX pretende ampliar ainda mais o alcance e o sucesso obtido pelo FAMELIX e, com isso, dar uma contribuição ainda maior para o conforto dos usuários, a redução da pirataria, o desenvolvimento do setor de informática e a inclusão digital no mundo. FONTE: http://brlix.com.br/
Sistema livre criado em SC 'imita' Windows e faz sucesso
Um sistema operacional livre produzido numa pequena cidade de Santa Catarina vem fazendo sucesso entre os internautas. O BRLIX já conta com cerca de 13 milhões de downloads em todo o mundo, menos de um mês depois de seu lançamento.
Criado por professores e alunos da Faculdade Metropolitana de Guaramirim (FAMEG), município de 30 mil habitantes localizado a cerca de 170 quilômetros de Florianópolis, o BRLIX GNU/Linux é a chamada "seqüência" de um projeto de pesquisa chamado FAMELIX, que já contou com 26 milhões de downloads em cinco idiomas.
O novo projeto, desenvolvido pela mesma equipe, conta com uma interface e recursos muito semelhantes ao Windows Vista. E nasceu com o objetivo de auxiliar no combate à pirataria e na inclusão digital de comunidades, segundo o professor David Emmerich Jourdain, alemão radicado no Brasil e um dos criadores do sistema.
"Vivemos diante de uma geração Windows. Muitas pessoas não conseguiram se familiar ao Linux devido aos seus comandos serem muito distintos", afirma. "Com o nosso software, utilizamos interfaces muito semelhantes, para que o usuário possa optar por softwares livres de forma natural".
O painel de controle e suas principais funções, o acesso às pastas e arquivos do computador e até a apresentação são realmente quase idênticos ao software da Microsoft. "Não competimos com o Windows, conhecido por 90% dos usuários de todo o mundo. Nos adaptamos para criar uma plataforma livre e convencer o usuário", diz o professor. "A diferença é que o BRLIX é de graça".
Segundo David, o software brasileiro apresenta alternativas que facilitam o aprendizado, além de permitir que usuários que já conhecem o Vista ou o XP não se sintam "perdidos" no novo sistema operacional. "Além de atender as necessidades da maioria dos usuários, o BRLIX pode reduzir sensivelmente os custos de iniciativas de inclusão digital, por exemplo, evitando o alto investimento em softwares proprietários", acrescenta. FONTE: Terra, Fabrício Escandiuzzi
Download
Você pode fazer o download do BRLix gratuitamente e, se quiser ajudar os desenvolvedores a continuar a trabalhar no BRlix, você pode pagar por um pré-lançamento, onde você irá receber antes de todos os lançamentos do BRLix, você terá uma prioridade sobre o apoio, e você pode sugerir novas melhorias para o BRLix.
Criado por professores e alunos da Faculdade Metropolitana de Guaramirim (FAMEG), município de 30 mil habitantes localizado a cerca de 170 quilômetros de Florianópolis, o BRLIX GNU/Linux é a chamada "seqüência" de um projeto de pesquisa chamado FAMELIX, que já contou com 26 milhões de downloads em cinco idiomas.
O novo projeto, desenvolvido pela mesma equipe, conta com uma interface e recursos muito semelhantes ao Windows Vista. E nasceu com o objetivo de auxiliar no combate à pirataria e na inclusão digital de comunidades, segundo o professor David Emmerich Jourdain, alemão radicado no Brasil e um dos criadores do sistema.
"Vivemos diante de uma geração Windows. Muitas pessoas não conseguiram se familiar ao Linux devido aos seus comandos serem muito distintos", afirma. "Com o nosso software, utilizamos interfaces muito semelhantes, para que o usuário possa optar por softwares livres de forma natural".
O painel de controle e suas principais funções, o acesso às pastas e arquivos do computador e até a apresentação são realmente quase idênticos ao software da Microsoft. "Não competimos com o Windows, conhecido por 90% dos usuários de todo o mundo. Nos adaptamos para criar uma plataforma livre e convencer o usuário", diz o professor. "A diferença é que o BRLIX é de graça".
Segundo David, o software brasileiro apresenta alternativas que facilitam o aprendizado, além de permitir que usuários que já conhecem o Vista ou o XP não se sintam "perdidos" no novo sistema operacional. "Além de atender as necessidades da maioria dos usuários, o BRLIX pode reduzir sensivelmente os custos de iniciativas de inclusão digital, por exemplo, evitando o alto investimento em softwares proprietários", acrescenta. FONTE: Terra, Fabrício Escandiuzzi
Download
Você pode fazer o download do BRLix gratuitamente e, se quiser ajudar os desenvolvedores a continuar a trabalhar no BRlix, você pode pagar por um pré-lançamento, onde você irá receber antes de todos os lançamentos do BRLix, você terá uma prioridade sobre o apoio, e você pode sugerir novas melhorias para o BRLix.
Download Pago Clique aqui : Download
Sugar On Stick: Linux para pendrives voltado a crianças
A empresa Sugar Labs, responsável pelo software que roda nos laptops da OLPC (One Laptop Per Child), desenvolveu uma versão do seu sistema operacional que roda num pendrive e custa apenas US$ 5.
Sugar On a Stick - sistema operacional para pendrives a partir de 1 Gigabyte. Colocado na porta USB da máquina o sistema começa a rodar e funciona em PCs e Macs com processador Intel.
Originário do projeto OLPC, o famoso "laptop de US$ 100", foi desenvolvido em Linux e exige pouco da máquina onde for instalada, o que o torna versátil em computadores antigos. Roda em micros com processador de 433 MHz e 256 MB de RAM. Custo: US$ 5, mas pode ser baixado gratuitamente no site oficial: wiki.sugarlabs.org
CARACTERÍSTICAS: Interface desenhada especialmente para crianças. O modelo padrão traz 40 atividades, programas de desenho, software para composição musical, navegador de internet e jogos, que permitem, por meio de um sistema de programação simples, criar animações e atividades interativas, como jogos ou livros com histórias animadas. "Nós daremos nova vida aos milhões de computadores antigos”, garante Walter Bender, presidente do projeto.
Sugar On a Stick - sistema operacional para pendrives a partir de 1 Gigabyte. Colocado na porta USB da máquina o sistema começa a rodar e funciona em PCs e Macs com processador Intel.
Originário do projeto OLPC, o famoso "laptop de US$ 100", foi desenvolvido em Linux e exige pouco da máquina onde for instalada, o que o torna versátil em computadores antigos. Roda em micros com processador de 433 MHz e 256 MB de RAM. Custo: US$ 5, mas pode ser baixado gratuitamente no site oficial: wiki.sugarlabs.org
CARACTERÍSTICAS: Interface desenhada especialmente para crianças. O modelo padrão traz 40 atividades, programas de desenho, software para composição musical, navegador de internet e jogos, que permitem, por meio de um sistema de programação simples, criar animações e atividades interativas, como jogos ou livros com histórias animadas. "Nós daremos nova vida aos milhões de computadores antigos”, garante Walter Bender, presidente do projeto.
O Google Wave vai acabar com o Messenger?
Easier to Understand: os visitantes do site acham que é mais fácil entender o Ozzy Osbourne que o Google Wave O serviço do Google é complicado e cheio de bugs. Mas vai crescer com o tempo e pode conquistar parte do público que usa mensagens instantâneas.
Aqui na redação da INFO estamos testando o Google Wave desde junho, inicialmente na versão Sandbox, aberta apenas a desenvolvedores. Minha primeira impressão foi de uma ferramenta de comunicação poderosa, mas confusa. Achei que sua complexidade poderia afugentar parte dos potenciais usuários. E não fui o único a ter essa impressão. O site Easier to Understand, por exemplo, brinca com o tema fazendo comparações como a da imagem acima. Em julho, fiz uma entrevista com Lars Rasmussen, um dos criadores desse serviço. Quando perguntei a ele se o Wave não seria complicado demais, a resposta foi: “Chamamos um grupo de crianças de oito a nove anos de idade para conhecer o Wave. Elas não tiveram dificuldade ao usá-lo.” Rasmussen deixou claro que seu objetivo é substituir, com o tempo, o e-mail e as mensagens instantâneas. Como sabemos, ambição é o que não falta no Google.
Um teste mais prático veio duas semanas atrás, quando a versão Preview foi liberada e pudemos convidar mais gente para interagir no Wave. Boa parte da redação da INFO se divertiu trocando mensagens, mas nem todos aprovaram a novidade. Um colega chegou a dizer que o Wave é apenas “um chat ridículo”. Os bugs surgiram rapidamente. Uma das mensagens de erro que recebi dizia: “Esta wave passa por ligeira instabilidade e pode explodir. Se você não quiser explodir, reinicie a wave”. Duas semanas depois, o entusiasmo inicial parece ter diminuído. Eu e meus colegas continuamos usando o velho e bom Windows Live Messenger para nos comunicar. Mas, ocasionalmente, alguém ainda aciona o Wave quando quer compartilhar alguma imagem ou mapa.
Que conclusões tiramos dessa experiência? Para começar, o Wave não vai, por enquanto, acabar com o Messenger e nem com o e-mail. Para usar o serviço do Google, é preciso abrir o navegador, dirigir-se a um endereço específico e fazer login. Senão, a pessoa nem vai saber que alguém está tentando entrar em contato. O Messenger, ao contrário, fica sempre ao alcance do mouse e avisa quando chega uma mensagem. Em muitas situações, ainda é mais prático usar mensagens instantâneas ou e-mail.
Mas notificadores que avisam quando há mensagens no Wave já começam a aparecer. Com o tempo, os bugs serão resolvidos e o serviço vai se tornar mais funcional. Se eu fosse o responsável pelo Windows Live Messenger na Microsoft, trataria de examinar o Wave com muita atenção. Há muitas boas idéias nele que podem ser incorporadas ao mensageiro, como a possibilidade de exibir mapas e outras formas de conteúdo dinâmico junto com as mensagens. O Wave pode até dominar as comunicações como sonha Rasmussen. Mas não vai ser fácil. É provável que concorrentes como a Microsoft aperfeiçoem seus produtos para competir com ele. Para o benefício dos usuários, sempre haverá mais de uma opção.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
A Alta dependência da TI

"As conseqüências de uma interrupção de serviços podem tomar grande proporção sem maiores esforços."O assunto deste post é tão facilmente compreendido hoje em dia que não deve torná-lo uma leitura demorada. Hoje é fato e praticamente todos podem constatar que sempre dependemos da tecnologia da informação, seja de forma direta ou indireta. Para perceber isso faça o seguinte exercício mental: pense em qualquer processo de negócio e procure imaginar como a ausência da TI pode afetá-lo. Tente imaginar hoje um banco operando sem poder contar com sua área de TI? Qual seria o prejuízo para uma loja como a Submarino - que vende produtos exclusivamente via Internet - caso ela perdesse completamente sua comunicação com os seus clientes via Internet?A TI, como o próprio nome diz, tem por objetivo oferecer recursos para que possamos gerar, armazenar, transmitir e acessar informações e, conseqüêntemente, operarmos nossos negócios de forma rápida e eficiente. Devido à grande dependência que os mais diversos tipos de negócios (ex. bancos, hospitais, redes de lojas, fábricas, etc.) têm da TI, uma única ação executada por um atacante tem o potencial de comprometer sériamente a continuidade do mesmo. Um exemplo disso é um caso ocorrido há alguns anos em que um único atacante, com uma ação relativamente simples, forçou um banco a retirar seus serviços de Internet banking do ar (comentarei mais sobre ele em um futuro post) e o mais grave é que o fato todo tornou-se público sendo abertamente divulgado na Internet. Qual terá sido o prejuízo financeiro sofrido por este banco? Qual terá sido o prejuízo para a credibilidade do mesmo perante seus clientes?Encerro este curto post reforçando que dada a alta dependência da TI, pequenas ações podem resultar em prejuízos de grandes proporções, sejam eles financeiros ou também para a imagem da instituição. Portanto essa dependência é sim um desafio a ser enfrentado.
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